i found the way home // @Lemistry {Frandylan}

chemistrymcguire:

Aquele momento fofo entre Chemistry e Leonora era uma exceção.  Não era que ele não gostasse de falar que ela era a mulher escolhida para viver a vida ao lado dele e blá, blá, blá, mas sim que Chemmy nunca gostou de ser previsível ou clichê. A amizade deles permanecia, mesmo que fosse complicado pra ele não ter segredos. Confiava nela mais do que confiava em si mesmo.

— Au-quem? — Perguntou. Chemistry só conhecia o tal livro-barra-filme de nome. Só o título mesmo, de quem se tratava ou do que se tratava, bem, isso ele não sabia. Embora se soubesse faria a mesma pergunta somente para encher a paciência da garota. Aliás, ele era assim mesmo! Perdia o amigo, mas nunca a piada. E sabia que Leo o conhecia o suficiente para saber que a pose de brincalhão era um disfarce pra esconder quem ele realmente era.

Quanto mais o garoto pensava a respeito daquele casal e de tudo o que enfrentaram ao longo dos três anos juntos, mais ele acreditava naquela besteira de almas gêmeas. Não, ele nunca saiu por aí atrás de uma, mas havia quem dissesse que o que acontecia entre os dois foi inevitável. Enroscado a ela, sentindo as unhas da garota em seu corpo causando-lhe arrepios, percebia que não havia lugar no mundo em que ele queria estar além daqueles braços.

— Nunca nem sequer ouvi falar. -- Brincou ele, descendo a áspera mão pela barriga, até ir short a dentro. Com o garoto, nunca tivera muita cerimônia. Como a vez que ele a tocou no meio da aula de literatura e depois o professor ainda os obrigou a recitar Shakespeare. Ele riu, ao se lembrar do momento romântico e de o quão piada interna aquilo se tornou. O fato de estar praticamente em cima da garota, fazia com que os dedos dele quase não tivessem espaço, mas de certa forma, era como ele preferia.

 — Você anda muito abusadinho, sabia? Me atentando desse jeito… — Arqueou uma das sobrancelhas, somente para contestá-lo. Desde que se conheceram, Leo sabia do humor de Chemistry. Sendo assim, só podia dar cada mais mais lenha à própria fogueira, para que ele continuasse com suas graças, fingindo que estava abalada com o que quer que o moreno tivesse lhe dito, como o caso. — Sonso demais para parecer meu namorado, sabe? Só falta me dizer que agora recebe ordens, e eu terei certeza de que meu Chemmy foi abduzido e trocado.

 Assim que sentiu a mão do químico continuando a descer pela linha de sua barriga, Leo, só pela típica birra de sempre, tentou fechar um pouco mais as pernas. Chemistry estava entre elas, mas ainda assim, se já não havia espaço o suficiente para que conseguisse tocá-la apropriadamente, agora que ela apertava mais o corpo dele contra o seu próprio, tampouco. O sorriso lascivo em seus lábios tornou-se ainda maior, enquanto suas unhas continuavam percorrendo a extensão das costas cicatrizadas dele, até que suas mãos tivessem descido para o elástico de sua cueca, estalando-o contra a pele do maior.

 — “Não há sensação mais intensa e ativa, que a dor. As suas impressões são inconfundíveis.” — Murmurou, roçando seus lábios agora na lateral do rosto de Chemmy, citando o tal Marquês. Não importava quanto tempo passasse, nem quantas pessoas mais conhecessem, melhores ou piores… Leonora continuaria sendo arisca a toques, à sensação agonizante de dor… Exceto quando esta era ministrada, aplicada, infligida pelo namorado. O único que, até o momento, tivera a capacidade de marcá-la e, ao invés de deixá-la assustada com isso, deixava-a, na verdade, excitada. 

 E era por isso que como o fechar de suas pernas poderia ser interpretado como uma provocação, uma recusa, era também um convite subentendido para que Chemistry usasse de uma das coisas que a loira mais gostava nele: a capacidade de dobrá-la, manuseá-la, manter o tom firme, sem precisar gritar propriamente, para tê-la completamente à sua mercê. Abaixo, acima, do lado de si… Não importava.

 Mas conseguia.

1 day ago   27   Reblog

pereoagnellus:

                                   i do not kill without REASON

                                   — and i can always find one.

1 day ago   3209   Reblog
  #etc
2 days ago   183   Reblog

dragoneyesintheshadowns:

  Então o dragão tinha sido descuido, poucos iam ao vale, mas ele deveria ter percebido que havia alguém por lá, o cheiro de cada é algo bem característico para seu olfato apurado. No entanto o que ouviu a seguir corou essa linha de pensamento. “Projeções?… Você fala em estar lá em mente, mas não em corpo?" Perguntou para ter certeza sobre o fato, pois embora tivesse lido e ouvido coisas do tipo, não tinha visto.

"Em uma mente que controla meu espírito… É." Assentiu. "Sair de mim mesma, enquanto durmo ou medito. Eu tendo a zanzar por aí… Coisa que eu não deveria fazer, mas eu realmente me entedio muito, aonde moro atualmente." Suspirou. Estava sendo sincera. Gostava do Instituto Rolland, da vida que moldara lá… Mas daria de tudo e mais um pouco, para ter uma vida normal. Até um pacto como aquele que as pessoas diziam que existia, ela já tentara realizar. Mas nem diabo, nem anjo, quisera barganhar sua alma. Na época, isso soara estranho para Leonora, mas agora a garota compreendia bem o motivo. "Dragões têm alma, aliás? Digo… Na sua forma grande e tudo o mais. Sentem tudo, como nós, humanos?"

2 days ago   7   Reblog

lume-a:

Certamente, aquilo tudo foi muito estranho. Ele já viveu tempo suficiente para saber que no Reino dos Homens haviam coisas muito complicadas de se entender, ou perigosas para filhotes curiosos como o pequeno Ametista. Este que, aliás, era quem Eisenrem estava procurando. Aquele lagartinho tinha que aprender a ficar sentado quando lhe diziam para esperar. E agora com aquela garota rindo, a única reação do Dragão Metal foi observá-la com uma expressão bem engraçada e confusa.

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Aquelas sombras já não incomodavam mais, pois ele estava mais preocupado em tentar entender sobre ela ser um Dragão Zirconia. Mas logo veio a resposta. Uma brincadeira. Uma maldita brincadeira que preocupou o Dragão Metal, fazendo-o pensar que estava esquecendo do cheiro e da aparência de alguma filha. E, sinceramente, isso ainda o incomodaria muito se fosse verdade. A figura enorme, bruta e irritadiça daquele Dragão desaparecia completamente quando se tratava dos filhos. Ele tinha muitos. Filhotes, alguns jovens, outros já muitos crescidos, e outros se foram pela mão do homem…

Grunhiu baixo. O som não soou nada amigável, mas ele não fez nada além de olhar ao redor de si mesmo enquanto era rodeado daquela maneira. E bufou, soltando fumaça cinza do nariz mais uma vez. Telepata, médium, manipuladora… Os humanos ficam esquisitos a cada dia que se passa.

— É. — Afirmou, virando a cabeça numa direção oposta. — Aprendi a usar esse disfarce de humano e… Esquentado? — Apesar de conhecer boa parte do palavreado que as pessoas usavam, inclusive aquela expressão, ainda soava estranho. Muito estranho, aliás. Pois ele não era o Dragão do Fogo.

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 Se Leonora tivesse medo das pessoas, por mais mal-encaradas que fossem, jamais teria se metido em inúmeras brigas, como era o caso. Uma das mais sérias, aliás, uma que começara num bar, com o namorado, na noite em que se beijaram pela primeira vez. Entretanto, o que realmente valia, era que não tinha medo, de forma alguma, daquele que estava em sua frente. Poderia ser tão agradável quanto estava tentando ser, quanto extremamente insuportável. Dependia somente de quem era o elemento que a apeteceria… Ou não, como costumava ser a maioria dos outros casos de socialização, quando deixava as dependências do Instituto.

— Um trocadilho com Dragão… Dragão, fumaça, fogo. Cabeça quente… Essa sua mecha loira meio que te emburrece, não? — Perguntou, apontando para os cabelos dele. Parkinson sabia que também tinha as madeixas loiras, mas defendia-se daquelas aparências genéricas, dizendo que era do tipo platinada. Sendo assim, seu cérebro não era afetado pela burrice, como outras pessoas que conhecia. — Mas enfim… Nem se esforce para entender. Já saquei qual é a sua, moço… Eu só não entendo o que é que dragões andam fazendo pela terra.

2 days ago   21   Reblog

dragoneyesintheshadowns:

 Fez um gesto afirmativo novamente, o dragão sabia disso também, muitas das estrelas a muito não mais existiam, porém a luz ainda aparecia para eles por causa da enorme distância. Ele se limitou a fazer um som de riso, de fato o sol destruiria a terra, mas até la até o tempo de vida do dragão terá a muito terminado. “Não obrigado" Fez um gesto de recusa simples com a mão "Digamos que de fumaça para mim, já basta a minha" Sorriu de forma leve, se sentando também. "Quando foi que você viu eu me transformar?”.

"Há um tempo atrás, em um vale não muito longe daqui." Respondeu. Leonora tinha o péssimo costume de viajar pelos cantos do mundo, em sua forma astral. Tinha de se lembrar do que seus Guias lhe diziam, sobre não ir longe demais de seu corpo, mas não era como se Parkinson fosse capaz de obedecer muitas pessoas, que dirá espíritos. "Não acho que tenha me visto. Foi numa das minhas projeções." Explicou. Colocou o cigarro entre os lábios e puxou o isqueiro, acendendo-o. Tragou-o e, por um longo instante, dissipou a fumaça.

2 days ago   7   Reblog

everyonefuckyou:

Şuradaki ♥: We Heart İt

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