Anonymous
O que sente pelo Chemistry?

 É meio complicado definir uma coisa dessas, sabe? Literalmente, é impossível. Seria como explicar as cores a alguém cego, ou simplesmente tentar contar, nos dedos da mão, todas as estrelas desse universo. Sendo assim… A resposta que eu posso te dar, é: eu não sei. Quero dizer… Antes de ser meu namorado, ele é meu melhor amigo. Foi ele quem me livrou de boa parte dos meus medos, e foi ele quem esteve disposto a perder a cabeça por mim no mesmo número de vezes em que já o ajudei a colocar a cabeça no lugar. Sinto que sou realmente sortuda por ter conseguido a proeza de fazê-lo, aparentemente, perder o medo de tocar pessoas.

 Ao menos, de me tocar.

 Mas voltando para um lado mais sentimental… O que eu sinto, é o que qualquer pessoa suficientemente boa para o amor, sentiria nesse tipo de situação. Eu não me importo com as mãos ásperas dele, nem com o jeito possessivo e extremamente dominador. Eu já me chateei, sim, inúmeras vezes, com inúmeras coisas que aconteceram entre nós, mas amar é não ter que pedir perdão. Com ele, não poderia ser diferente.

 Sinceramente, posso dizer que se não fosse por aquele químico, muito dificilmente, eu estaria viva atualmente. Sempre precisei de motivos para continuar seguindo em frente, e até pouco tempo atrás, eu não tinha muitos.

 Chemmy apareceu na minha vida, então, como o principal deles.

 Poderia simplesmente dizer que é amor e pronto. Mas sinto que, ao mesmo tempo, é algo que vai muito mais além. É algo que… Eu não saberia explicar nem em todos os idiomas, em todas as palavras que minha mente eidética foi capaz de memorizar. É um sentimento que transpassa qualquer entendimento até mesmo dos mutantes super-inteligentes deste Instituto, pode apostar.

 Eu amo meu Don, com todas asforças. Estas mesmas com as quais eu seria capaz de matar e morrer, e ele sabe muito bem disso.

image

5 days ago   0   Reblog
  #ask

hiatus

1 month ago   0   Reblog

HAPPY BIRTHDAY TAYLOR MOMSEN!!!

thebitchreckless:

image

1 month ago   17   Reblog

momsendead:

IT’S ALREADY 26th HERE 

image

image

image

1 month ago   41   Reblog
  #etc

taylormichellmomsen:

HAPPY 21st BIRTHDAY TAYLOR MICHEL MOMSEN

Generally, I like making my own mistakes and learning from them because that’s what I think life is about.

1 month ago   1214   Reblog

srocallaghan:

-Because I’m happy… Clap along if you know what happiness is to you… ♫

image

1 month ago   13   Reblog

Um dia e algumas horas para o meu aniversário…

… E eu tive uma visão nada agradável.

 Estou mesmo feita nessa porra de vida.

image

1 month ago   0   Reblog

i found the way home // @Lemistry {Frandylan}

chemistrymcguire:

Aquele momento fofo entre Chemistry e Leonora era uma exceção.  Não era que ele não gostasse de falar que ela era a mulher escolhida para viver a vida ao lado dele e blá, blá, blá, mas sim que Chemmy nunca gostou de ser previsível ou clichê. A amizade deles permanecia, mesmo que fosse complicado pra ele não ter segredos. Confiava nela mais do que confiava em si mesmo.

— Au-quem? — Perguntou. Chemistry só conhecia o tal livro-barra-filme de nome. Só o título mesmo, de quem se tratava ou do que se tratava, bem, isso ele não sabia. Embora se soubesse faria a mesma pergunta somente para encher a paciência da garota. Aliás, ele era assim mesmo! Perdia o amigo, mas nunca a piada. E sabia que Leo o conhecia o suficiente para saber que a pose de brincalhão era um disfarce pra esconder quem ele realmente era.

Quanto mais o garoto pensava a respeito daquele casal e de tudo o que enfrentaram ao longo dos três anos juntos, mais ele acreditava naquela besteira de almas gêmeas. Não, ele nunca saiu por aí atrás de uma, mas havia quem dissesse que o que acontecia entre os dois foi inevitável. Enroscado a ela, sentindo as unhas da garota em seu corpo causando-lhe arrepios, percebia que não havia lugar no mundo em que ele queria estar além daqueles braços.

— Nunca nem sequer ouvi falar. -- Brincou ele, descendo a áspera mão pela barriga, até ir short a dentro. Com o garoto, nunca tivera muita cerimônia. Como a vez que ele a tocou no meio da aula de literatura e depois o professor ainda os obrigou a recitar Shakespeare. Ele riu, ao se lembrar do momento romântico e de o quão piada interna aquilo se tornou. O fato de estar praticamente em cima da garota, fazia com que os dedos dele quase não tivessem espaço, mas de certa forma, era como ele preferia.

 — Você anda muito abusadinho, sabia? Me atentando desse jeito… — Arqueou uma das sobrancelhas, somente para contestá-lo. Desde que se conheceram, Leo sabia do humor de Chemistry. Sendo assim, só podia dar cada mais mais lenha à própria fogueira, para que ele continuasse com suas graças, fingindo que estava abalada com o que quer que o moreno tivesse lhe dito, como o caso. — Sonso demais para parecer meu namorado, sabe? Só falta me dizer que agora recebe ordens, e eu terei certeza de que meu Chemmy foi abduzido e trocado.

 Assim que sentiu a mão do químico continuando a descer pela linha de sua barriga, Leo, só pela típica birra de sempre, tentou fechar um pouco mais as pernas. Chemistry estava entre elas, mas ainda assim, se já não havia espaço o suficiente para que conseguisse tocá-la apropriadamente, agora que ela apertava mais o corpo dele contra o seu próprio, tampouco. O sorriso lascivo em seus lábios tornou-se ainda maior, enquanto suas unhas continuavam percorrendo a extensão das costas cicatrizadas dele, até que suas mãos tivessem descido para o elástico de sua cueca, estalando-o contra a pele do maior.

 — “Não há sensação mais intensa e ativa, que a dor. As suas impressões são inconfundíveis.” — Murmurou, roçando seus lábios agora na lateral do rosto de Chemmy, citando o tal Marquês. Não importava quanto tempo passasse, nem quantas pessoas mais conhecessem, melhores ou piores… Leonora continuaria sendo arisca a toques, à sensação agonizante de dor… Exceto quando esta era ministrada, aplicada, infligida pelo namorado. O único que, até o momento, tivera a capacidade de marcá-la e, ao invés de deixá-la assustada com isso, deixava-a, na verdade, excitada. 

 E era por isso que como o fechar de suas pernas poderia ser interpretado como uma provocação, uma recusa, era também um convite subentendido para que Chemistry usasse de uma das coisas que a loira mais gostava nele: a capacidade de dobrá-la, manuseá-la, manter o tom firme, sem precisar gritar propriamente, para tê-la completamente à sua mercê. Abaixo, acima, do lado de si… Não importava.

 Mas conseguia.

2 months ago   28   Reblog

pereoagnellus:

                                   i do not kill without REASON

                                   — and i can always find one.

2 months ago   3550   Reblog
  #etc
2 months ago   187   Reblog
© JASONDILAURENTS